Há uma crença geral entre historiadores, espiritualistas, antropólogos, egiptólogos e pesquisadores em geral que a civilização egípcia foi fundada pelos atlantes e que os chefes mais antigos das dinastias eram atlantes de raça pura.
Acreditam também estes senhores da ciência, que pela predominância da cor azul em seus objetos de arte em seus murais, que ainda respeitavam esta cor ao representarem os seus deuses. E que a civilização egípcia com suas extraordinárias, pirâmides, sabedoria e cultura, teria sido construídos pelos homens azuis, supondo que eles tenham vindo da Atlântida.
Há uma outra versão que foram adotados pelos antigos astrônomos que o próprio Santo Agostinho afirmou que os homens azuis poderiam terem vindo do planeta Vênus resulta curioso que alguns sábios soviéticos insistem em relacionar o planeta Vênus com á Atlântida. Se os homens azuis realmente fundaram a civilização egípcia como tudo indica, e não vieram da Atlântida e muito menos do planeta Vênus, então de onde vieram os homens azuis?
Os mestres da loja branca inclusive o mestre Samael, afirmam que os homens azuis vieram da galáxia azul. E criaram as poderosas civilizações babilônica, egípcia, caldáica e assíria.
Por quê os homens azuis desceram até nós?
Acontece que assim como é em baixo também é em cima, ressalvando as proporções. Assim como existem pessoas boas e cooperativas aqui no planeta Terra, o mesmo acontece no espaço sideral. Entre planeta e planeta e entre galáxia e galáxia.
Os mestres da galáxia azul sobre a energia da fraternidade cósmica universal, impelidos pelo amor, preocupam-se muito com a nossa humanidade e estão tentando nos ajudar. Foram eles que ensinaram os arquitetos das pirâmides á construí-las, os que ensinaram a doutrina secreta aos atlartes e aos egípcios, estabelecendo os gloriosos mistérios das poderosas civilizações Caldeia e da Assíria.
Seu trabalho na Terra foi maravilhoso, formidável. Amaram-se de verdade e ainda seguem nos amando, pois que pareça incrível, vivem neste mundo aflito afim de nos ajudar na hora critica que precede ao grande cataclisma que esta para acontecer. Os homens azuis vêem em uma cidade subterrânea sob os gelos do pólo sul (Antártida).
A organização social dos homens azuis é semelhante a nossa, porém perfeita. Eles vivem em uma cidade subterrânea, construída nas próprias entranhas da terra. Se há gelo em cima das rochas e da terra em geral, isto em nada afeta a sua cidade subterrânea.
O problema climatológico não existe para os homens azuis. Se puderam conquistar o espaço incomensurável e porque são senhores de uma tecnologia adiantada e formidável. Não será difícil compreender que eles criaram o próprio clima de sua misteriosa cidade.
Os homens azuis habitam uma cidade aproximadamente do mesmo tamanho e população de São Paulo. Muitas casas, rua, avenidas e um amplo campo para guardar suas naves, sendo governados por rei divino pertencente ás dinastias solares. Trata-se de um autentico e iluminado mestre de perfeição que não precisa de policia nem soldados armados para ser obedecido pelo povo. Todos o respeitam, pois é terrivelmente divino. Esse povo é amável e gentil, recebendo todos aqueles que pedirem consentimento, através de procedimentos telepáticos, a sua majestade, o rei.
Esta cidade subterrânea, onde vivem os homens azuis, é antiqüíssima, sendo erguida na passada glaciação, logo possui alguns milhões de anos de existência e provém das épocas arcaicas do planeta e sempre foi a morada secreta dos homens azuis.
Sendo eles os construtores de naves cósmicas com as quais podem se deslocar através do espaço infinito, resulta primário deduzir que não sofrem problemas de abastecimento. Durante os impérios egípcio, assírio e babilônico os homens azuis eram recebidos como autênticos deuses. Infelizmente estamos na Idade de Ferro, nos dias de degeneração mundial, por este motivo eles rara vez misturam-se com as multidões. No entanto de vez quando estes extraordinários homens convivem com as pessoas.
Os homens azuis estão auxiliando a humanidade com procedimentos telepáticos, porém dentro de alguns anos estes extraordinários homens azuis terão que largarem-se a rua, publicamente, para admoestar os povos, para conclamá-los ao arrependimento e para mostrar-lhes o espanto cataclisma que se avizinha.
A mensagem dos homens azuis a nós terráqueos é a seguinte:
“O planeta Terra vai ser destruído. As pessoas que moram na superfície pensam que as cidades em que vivem e os bens materiais que possuem vão durar eternamente, pelo que se apegam ás coisas materiais. Absurdo, porque tudo o que têm vai ser destruído. Devemos viver de acordo com a lei da balança: jamais resolver-nos no jogo da riqueza, nem tampouco no lado da miséria. Devemos ter as coisas necessárias para a vida, mas sem nos apegar a elas.”
Os homens azuis cumprirão gigantesca missão mundial. Nos espantosos momentos que se avizinha, lutarão para fazer-nos voltar á divindade. Preocupar-se-ão em mostrar-nos o caminho da salvação.
No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de sais disseram a Sólon que a Atlântida tinha sido destruída nove mil anos de conversarem com ele.
Num antigo manuscrito maia, conservado no museu britânico, lê-se o seguinte: no 6 de kan, o II muluc, no mês zrc, ocorreram terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até o 13 chuen o país das colunas de barro, a Terra de um, foi sacrificada. Depois de duas comoções, desapareceu durante a noite, sendo constantemente estremecida pelos fogos subterrâneos que fizeram a terra afundar e reaparecer varias vezes e em diversos lugares. Por fim, a superfície cedeu, dez países separaram-se e desapareceram. Afundaram 64 milhões de habitantes há oito mil anos antes de escrever este livro, a famosa historia do dilúvio universal, cujas versões encontram-se nas tradições de todas as raças, é simples recordação da grande catástrofe atlante.
Os ensinamentos religiosos da America primitiva, os sagrados cultos do incas, maias, astecas, os deuses e deusas dos antigos gregos, escandinavos, fenícios, hindus, etc. são de origem atlante, assim como que os deuses e deusas citados por Homero na Ilíada e na Odisséia foram heróis, reis e rainhas na Atlântida. Os povos antigos veneram e adoraram aqueles deuses santos que viveram na Atlântida.
A Atlântida unia geograficamente América com o velho mundo e portanto as antigas civilizações indo-americana têm origem atlante e suas religiões foram as primitivas religiões dos atlantes. O alfabeto fenício, origem de todos os alfabetos europeus, tem raiz no antigo alfabeto atlante que foi corretamente transmitido aos maias, pelos atlantes. Todos os símbolos e hieróglifos dos egípcios e dos maias provêm da mesma fonte dos atlantes. Assim, explica-se a sua semelhança, demasiado grande para ser resultado da causalidade.
A catástrofe que acabou com a Atlântida foi pavorosa. Não resta dúvida alguma que o resultado da violação da lei é sempre catastrófico. Os deuses imortais alimentam-se com a bebida contida na Taça Santa. Aqueles que odeiam a bendita taça blasfemam contra o Espírito Santo. O super-homem deve alimentar-se com o néctar da imortalidade contido no cálice divinal do templo. A transmutação da energia criadora é fundamental quando se quer beber no “vaso santo.”
O Cristo Vermelho, sempre revolucionário, sempre rebelde, sempre heróico, sempre triunfante, brinda pelos deuses, bebendo no cálice de ouro.
Levantai bem vossa taça e cuidai de não verter nem sequer uma gota do precioso vinho.
Recordai que nosso lema e divisa é thelema (que quer dizer Vontade).
Dentro do fundo do cálice simbólico figura o órgão sexual feminino, do qual brotam chamas que resplandecem no rosto brilhante do super-homem.
Os deuses inefáveis de todas as galáxias bebem sempre da bebida da imortalidade do cálice eterno.
O frio lunar produz involuções no tempo. É necessário, pois, bebermos do vinho sagrado da luz, no vaso santo da alquimia.
A púrpura dos Reis Sagrados, a Coroa Real e o Ouro Flamíngero só é para o Cristo Vermelho.
O Senhor do raio e do trovão empunha em sua destra o Santo Graal e bebe o vinho do ouro para alimentar-se.
