O átomo em si mesmo é um universo em miniatura.
Todos os processos mecânicos que realizam no fundo do átomo repetem-se no nosso sistema solar.
Ás investigações atômicas evidenciaram que nas regiões externas do átomo existe uma verdadeira nuvem de cargas elétricas negativas (elétrons), os quais dissociados dos átomos aglomeram-se em densos caudais para formar as correntes elétricas.
Muito tem sido investigado sobre o átomo e assombra a sua maravilha. O centro vital desse pequeno mundo esférico é o núcleo de carga positiva.
Ao redor dele gravitam os elétrons da mesma forma como os planetas gravitam ao redor do sol.
Não cabe dúvida alguma ao fato de que o núcleo atômico possui uma carga elétrica consideravelmente, a qual utiliza para reter sob o seu domínio, porém a respeitável distância, todo o cortejo de elétrons periféricos.
O núcleo é o coração do próprio átomo e já se advinha que dentro desse corpúsculo nuclear básico e fundamental deva existir um mecanismo vital o qual ainda está para ser investigado pela ciência oficial.
Toda razão de ser desse universo em miniatura chamado átomo encontra-se no núcleo. Toda a herança do átomo e o seu por vir residem precisamente no núcleo.
Graças a esse corpúsculo central pode-se explorar o átomo, ou antes, muda-los em outros tipos atômicos.
Os físicos admitem atualmente dois constituintes fundamentais do núcleo.
O próton e o neutro.
Esta absolutamente claro que o próton é o núcleo básico do hidrogênio, isto é, a parte central do mais ligeiro e mais conhecido de todos os elementos: o hidrogênio.
Já o cientista Prout admitia em seu tempo que os diferentes elementos da natureza estão formados, todos eles, por condensações do mais simples o hidrogênio.
Existem doze hidrogênios fundamentais que correspondem a doze categorias de matéria contida no universo, desde o absoluto até os mundos infernais, estes últimos simbolizados pelo iniciado Florentino, Dante em sua maravilhosa obra a Divina Comédia onde se encontra o reino mineral submerso no interior da Terra.
É interessante também estudar o segundo constituinte do núcleo, o já citado nêutron. Ele tem o mesmo peso atômico que próton, isto é, que o núcleo do hidrogênio, porem, diferentemente de todas as partículas conhecidas pela ciência até agora, não tem carga elétrica. Trata-se de um corpúsculo neutro. Por isso deu-se-lhe o nome de nêutron.
Um dos maiores enigmas da ciência atômica atual é o dos elétrons. Porque eles ainda não conhecem o íntimo mecanismo do núcleo atômico e desconhecem mais ainda a intimidade do elétron. Existem elétrons negativos e positivos. Isto já não é segredo para os cientistas, mas nada sabem sobre o mecanismo interno dos mesmos.
O animal racional consegui fracionar o átomo para liberar energia, porém felizmente não conhece o mecanismo interno do elétron, para o bem de todos nós, no qual residem tremendos poderes.
Calcula-se que são produzidos dois fótons de meio milhão de voltes cada vez que um elétron positivo é absorvido ao penetrar na platina. Isso corresponde a uma produção de energia fotônica de um milhão de voltes no total por elétrons positivo.
O elemento ativo no sol é o hidrogênio. Isso é muito interessante porque o átomo de hidrogênio, com um único elétron girando ao redor do núcleo, encontra-se na fronteira entre a matéria em estado eletrônico e a matéria em estado molecular.
O hidrogênio e toda matéria mais densa combinam-se com outras matérias átomo a átomo, para formar moléculas. Um estado superior na rarefação superior do hidrogênio, dá como resultado elétrons livres, matéria em estado eletrônico, luz, ondas magnéticas, etc.
Empregando o cobiçado urânio, os modernos cientistas têm obtido franco e indiscutível êxito ao separar um elétron de um átomo de densidade não natural, quase patológica. É lógico que assim procedendo liberaram energia atômica de um poder incomparavelmente superior a tudo o que foi até hoje concebido pela mente humana. Os cientistas idealizaram para fazer com que os átomos de hidrogênio se combinassem para formar átomos de Hélio, produzindo-se com tal processo energia de um poder espantosamente e praticamente ilimitado.
Sem dúvida alguma, a bomba atômica é milhões de vezes mais terrível que a dinamite, porém menos pavorosa que a bomba de hidrogênio. Na bomba de hidrogênio existe prostituição da energia solar, há magia negra da pior qualidade. O resultado é a devastação e a redução do material para inerte numa escala totalmente nova.
Se uma bomba de hidrogênio chegasse explodir naquelas zonas superiores da atmosfera, onde está o depósito de hidrogênio puro, a Terra seria queimada com fogo vivo e toda criatura e toda forma de vida pereceria.
Querendo usar a energia atômica, isto é, tentando descobrir a ciência da transmutação dos átomos, a forma ou maneira de mudar um átomo em outro, o humanóide quer se meter no mundo onde a matéria tem todas as possibilidades, mas quer entrar por uma porta falsa. Referimo-nos ao uso das leis científicas sem ética de espécie alguma sem haver despertado a consciência e sem ter chegado a verdadeira espiritualidade.
Nós esoteristas gnósticos temos procedimentos legítimos para entrar nesse mundo misterioso onde a matéria tem infinitas possibilidades, nessas regiões atômicas moleculares e eletrônicas onde são gerados todos os processos da vida universal.
A radiação atômica já alterou a camada superior da atmosfera terrestre e se as explosões atômicas continuarem breve ela não poderá mais filtrar e analisar os raios solares para decompô-los em luz e calor, então veremos o sol negro como cilício.
Conforme a camada superior da atmosfera da Terra for se alterando devido às explosões atômicas, os terremotos se intensificarão. Acontece que essa camada é sustentáculo para a vida do nosso planeta Terra.
O ar que respiramos e a água a que bebemos já vêm carregados de radiações atômicas. Isso em vez de melhorar ira de mal a pior. Quando estalar a guerra atômica, cenas dantescas serão vistas nas ruas as pessoas perderão a razão devido ao abuso da energia atômica, os hospitais estarão cheios de dor e não haverá remédio.
As explosões atômicas estão liberando o elemento mineral dos mundos infernais. Trata-se de matéria infernal, átomos do abismo, tais como o netúnio (96), etc. os resultados desta blasfêmia, já se pode perceber dentro de todo átomo existe um trio de matéria, energia e consciência. Nesses Átomos Abismais citados há consciência diabólica, uma inteligência terrivelmente maligna.
Esses demônios atômicos já estão envenenando as mentes débeis e a vida das grandes cidades tornou-se espantosamente criminosa, monstruosa, terrível, arrepiante, terrivelmente maligna nas praças e nas ruas. Em breve serão escutados berros, mugidos, silvos, relinchos, chiados, uivos, grasnidos, miados, latidos, bufares, roncos e crocitares. Estamos no fim dos tempos.