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O Enigma da Pirâmide

  A pirâmide é um símbolo teológico e esotérico: paraciência oficial e tecnólogos modernos a sua construção ainda é um mistério. Os padrões rigorosos, sob ponto de vista cientifico, da normalização óptica dos vinte e cinco mil blocos de revestimento da grande pirâmide, são exemplos gritantes de que os egípcios da IV dinastia produziam em massa artefatos que a industria fabrica atualmente só artesanalmente.

 

Misteriosa também é a tecnologia empregada para transportar, levantar, colocar blocos imensos no lugar exato com um mínimo de erro pois os guindastes modernos não podem levantar semelhante peso, no entanto, as pedras lá estão. Teria sido alçadas, como dizem alguns espiritualistas pelo uso de poderes paranormais conjugados: telecineses, magnetismo telepático coletivo, força, pensamento grupal, levitação e outras tantas?

 

A pirâmide, solido que faz parte da geometria extática, é entretanto um movimento cósmico. Seu próprio nome prova (m.r=imã). O poder de imantar, para a terra, as forças emanadas do coração do céu, disciplinando-as controlando-as, usando-as na justa medida, é lhe atribuído pelos usuários modernos modelos, miniaturas que mantêm a mesma capacidade imantação da original. Os conhecimentos astronômicos, astrológicos, alquímicos, cabalísticos, arquitetônicos, física espacial, matemáticos, geométricos, etc. revelados pela grande pirâmide prende-se também aos momentos escolhidos para a realização dos mistérios maiores.

 

No tempo de sua construção, a face sul recebia, em ângulo reto, os raios da estrela de Sothis (Sirius), cuja saída helíaca, anunciava o inicio do ano egípcio e irrigação do rio Nilo sobre a semeadura, o que significava a prosperidade geral. Ora, Sothis e a estrela Deisis com cabeça de leoa. Dois condutos, paralelos entre si, guiavam a luz da estrela polar, um para a camada do rei, outro para a camada da rainha.

 

A estrela polar era na época o alfa da constelação do dragão, no seu passo inferior pelo meridiano. A incidência da luz sobre o recinto das duas câmaras ligava-se a um tipo diferente de prova, na qual a ascensão da mãe ígnea desempenhava o papel principal em razão das analogias com a letra A e com a constelação em causa.

 

A assombrosa precisão dessas surpreendentes coincidências astronômicas testemunham que os sábios egípcios possuíam observações acumuladas durante séculos. Isso num período histórico correspondente no mínimo a 6.000 anos.

 

A contraparte dinâmica da pirâmide é o cone, tão expressivo na ilustrações que descrevem os movimentos dos foguetes espaciais.

 

O fascínio da grande pirâmide não morrera jamais no coração do homem, quer ele creia ou não no cerimonial mágico-religioso e nos ensinamentos secretos a ela interligados. Templo consagrado ás estrelas não é uma idéia absurda, pois já vimos como era inseparável o conceito de Ísis, de alma, de divindade, de imortalidade e eternidade da omnipresença da energia magnética, que constitui o próprio nome egípcio da pirâmide.